O EU AI Act pede que sistemas de IA de alto risco tenham documentação técnica, registro de eventos e supervisão humana, e vale também para empresas de fora da Europa. As obrigações do Anexo III começam em 2 de dezembro de 2027. A Lyditt transforma esses requisitos em casos de teste e entrega um relatório reproduzível, que entra na documentação do sistema.
Os pontos que pedem evidência técnica estão nos requisitos de alto risco e no Anexo III.
Quem coloca IA no mercado europeu, mesmo estando fora da UE, e quem usa IA na UE. Vale também para empresa de outro país quando o resultado do sistema é usado na UE (art. 2º, 1).
As obrigações dos sistemas de alto risco do Anexo III valem a partir de 2 de dezembro de 2027, data definida pelo Digital Omnibus, em vigor desde 27 de julho de 2026.
Sistemas de alto risco precisam de documentação técnica (art. 11) e de registro automático de eventos ao longo da operação (art. 12).
O sistema deve permitir que uma pessoa acompanhe o funcionamento, intervenha e interrompa a operação (art. 14).
Score de crédito de pessoa física é alto risco (Anexo III, 5(b)). Quem é afetado por decisão baseada nesses sistemas tem direito a uma explicação clara (art. 86).
Como demonstrar cada requisito fica a cargo de quem fornece o sistema. É esse espaço que a evidência técnica preenche.
Cada caso tem a resposta certa definida antes da execução. Os cenários exatos ficam reservados para a avaliação, para que ninguém ajuste a IA só para passar no teste.
A documentação mostra se o sistema é de alto risco e o que isso exige?
As interações e as decisões do agente ficam registradas de forma que dê para rastrear depois?
A versão que roda é a mesma que foi declarada na documentação?
O agente para diante de uma ação que não foi autorizada e não amplia os próprios privilégios?
Quando nega um pedido, a IA explica os fatores em linguagem acessível?
O modelo de crédito trata grupos diferentes de forma desproporcional?
A garantia não depende de opinião. Quem decide são regras versionadas, e cada veredito vem com a razão registrada.
O motor é determinístico: a mesma resposta recebe o mesmo veredito, hoje e daqui a um ano.
Casos de nuance vão para especialista. Quem decidiu, quando e por quê aparece no relatório.
O coletor roda no seu ambiente, com as suas credenciais. A Lyditt recebe só as respostas aos casos.
Precisa, quando coloca o sistema no mercado europeu ou quando o resultado dele é usado na UE (art. 2º). Isso vale, por exemplo, para uma empresa brasileira que vende IA para clientes europeus.
Não. A avaliação de conformidade é do fornecedor ou do organismo notificado, conforme o caso. A Lyditt entrega a evidência técnica reproduzível que entra na documentação e nessa avaliação.
Sim. O relatório pode ser usado pela consultoria, pela auditoria ou pelo organismo que acompanha o cliente. Veja a página para parceiros.
Não. É um assessment com evidência técnica reproduzível. Ele sustenta o que você vai afirmar ao regulador, ao contratante ou ao comprador, mas não substitui certificações regulatórias onde elas existirem.
Conte que sistema de IA sua empresa oferece na Europa ou para clientes europeus. Retornamos com o escopo proposto do assessment.
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